Cantinho de Cura

Cantinho de Cura

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O Milagre da atenção!



O Milagre da Atenção

Viver num estado de plena atenção é uma das coisas mais desafiadoras da vida. Mas, sem isto, é impossível iniciar o processo denominado autoconhecimento.

Como podemos conhecer a nós mesmos se não estivermos atentos ao que se passa em nosso interior? O problema é que durante toda a nossa vida, fomos ensinados a viver permanentemente atentos ao que acontece no mundo exterior.

Prestamos atenção em todos os fenômenos ao nosso redor e, principalmente, no comportamento alheio, já que, regra geral, ele costuma direcionar a maioria de nossas atitudes.

Aprender a observar a si mesmo, não apenas no sentido psicológico, mas também o que se passa com o corpo físico, é o primeiro passo para que se possa começar a viver de modo consciente.

Os atos mecânicos que acabamos realizando na maior parte do tempo retiram de nós a chance de nos tornarmos plenamente vivos, alertas e capazes de reagir a cada situação, de acordo com nossa própria natureza.

Quanto maior for a capacidade de observar sentimentos, emoções e reações instintivas que acontecem o tempo todo em nós, mais fundo adentraremos em nossa verdadeira essência. E, aos poucos, a ansiedade, a angústia e o medo, serão substituídos por uma nova realidade, onde o silêncio, a paz e a serenidade definirão nosso modo de viver.

"...Encontrar o observador em sua pureza é a maior conquista na espiritualidade, pois o observador em você é a sua própria alma, a sua imortalidade. Mas nunca, por um único momento, pense "Eu o peguei", pois esse é o momento em que você erra o alvo.

Observar é um processo eterno; você sempre vai se aprofundando, mas nunca chega ao fim, no qual possa dizer: "Eu o peguei". Na verdade, quanto mais fundo você for, mais fica consciente de que entrou num processo eterno, sem nenhum começo e nenhum fim.

Mas as pessoas estão observando somente os outros; elas nunca se importam em observar a si mesmas. Todo mundo está observando - este é o observar mais superficial - o que o outro está fazendo, o que o outro está vestindo, como ele aparenta.

...Todo mundo está observando; o observar não é algo novo a ser introduzido em sua vida. Ele apenas precisa ser aprofundado, tirar dos outros e direcionar aos seus próprios sentimentos interiores, pensamentos, estados de ânimo e, finalmente, ao próprio observador.

...Use essa energia da observação para uma transformação de seu ser. Isso pode trazer para você tanta bem-aventurança e tanta bênção que você nem mesmo pode sonhar a respeito. Um processo simples, mas uma vez que você comece a usá-lo em você mesmo, ele se torna uma meditação.

Pode-se fazer meditações a partir de qualquer coisa. Qualquer coisa que o leva a você mesmo é meditação. E é imensamente significativo encontrar sua própria meditação, pois nesse próprio encontrar você encontrará imensa alegria. E porque é o seu próprio encontrar, e não algum ritual imposto sobre você, você adorará entrar fundo nela.
Quanto mais fundo você entrar nela, mais feliz você se sentirá - tranqüilo, mais silencioso, mais integrado, mais majestoso, mais gracioso.
Todos vocês conhecem o observar, então, não se trata de aprendê-lo; é apenas uma questão de mudar o objeto de observação; faça isso.

Observe o seu corpo e você ficará surpreso. Posso mover minha mão sem consciência e posso movê-la com consciência. Você não perceberá a diferença, mas eu posso sentir a diferença. Quando a movo com consciência, há uma graça e uma beleza nela, uma serenidade e um silêncio. Você pode caminhar estando atento a cada passo; isso lhe dará todo o benefício que o caminhar pode lhe dar como exercício, mais o benefício de uma meditação simples fantástica.

...Você não deveria deixar passar inconscientemente nem mesmo um único momento. A observação afiará a sua consciência. Essa é a religião essencial, e tudo o mais é apenas conversa.

...se você puder fazer somente a observação, nada mais é necessário.
Meu esforço aqui é fazer a religião tão simples quanto possível. Todas as religiões fizeram justamente o oposto: elas fizeram as coisas muito complexas, tão complexas que as pessoas nem ao menos tentaram"

OSHO - The Golden Future

Site: Portal Arco Íris-

Não se Julgue!


Não Se Julgue... - Elisabeth Cavalcante

Uma das maiores fontes de insatisfação e ansiedade para o ser humano é a dificuldade em aceitar a si mesmo. Muitos se condenam por não ter o padrão de beleza imposto pelo mundo, por não possuírem a riqueza almejada ou o sucesso e o reconhecimento no campo profissional.
Sentem-se excluídos e indignos de admiração e respeito. O pior que pode acontecer a alguém é não se considerar digno aos seus próprios olhos. Ainda que o mundo inteiro nos condene, se tivermos uma autoestima sólida, nada poderá nos desviar da convicção de que temos valor, ainda que apresentemos alguma imperfeição.

Mas, quando isto não acontece, tornamo-nos vulneráveis ao julgamento do mundo, impondo-nos um esforço sobre-humano para nos encaixar nos padrões que, acreditamos, nos garantirá o amor e a aceitação alheias.

...As pessoas julgaram-no, e você deve ter aceito as idéias delas sem nenhuma investigação. Você está sofrendo de todas as espécies de julgamento das pessoas, e você está jogando esses julgamentos nas outras pessoas. E todo esse jogo desenvolveu-se além da proporção - a humanidade inteira está sofrendo disso.

Se você quiser livra-se disso, a primeira coisa é esta: não se julgue. Aceite humildemente sua imperfeição, seus fracassos, seus erros, suas faltas. Não há nenhuma necessidade de fingir outra coisa. Seja você mesmo: "É assim mesmo que eu sou, cheio de medo. Eu não posso andar na noite escura, não posso ir lá na densa floresta.". O que há de errado nisso? - é humano.

Uma vez que você se aceite, você será capaz de aceitar os outros, porque você terá uma clara visão interior de que eles estão sofrendo da mesma doença. E a sua aceitação deles, os ajudará a aceitarem-se.

Nós podemos reverter todo o processo: aceite-se. Isso o torna capaz de aceitar os outros. E porque alguém os aceita, eles aprendem a beleza da aceitação pela primeira vez - quanta tranquilidade se sente! - e eles começam a aceitar os outros.

Se a humanidade inteira chegar ao ponto onde todo mundo é aceito como é, quase noventa por cento da infelicidade simplesmente desaparecerá - ela não tem fundamentos - e os seus corações se abrirão por conta própria e o seu amor estará fluindo".
Trecho em itálico de Osho no livro The Transmission of the Lamp


Elisabeth Cavalcante

Site Portal Arco Íris-

terça-feira, 20 de maio de 2014

Você é o Amor na Terra!



 Um Mundo dentro de um Mundo

Deus disse:
A vida de cada um é uma história. Toda pessoa nascida na Terra possui características físicas. Cada um é um caráter, uma personalidade e é um ator numa peça de teatro, uma peça muito convincente. À medida que você desempenha seu papel, você o leva a sério. Você realmente entra no papel que você desempenha. Sua capacidade de desempenhar um papel é enorme. Você engana todo o mundo. Você assim como todo o mundo acreditam nos contornos de sua história. Isto é o que vocês chamam de Verdadeira Vida, enquanto não há nada assim. Esta é uma imagem da vida, uma fotografia tirada com uma lente especial. Há no interior desta foto, uma imagem completamente diferente, frequentemente oculta.
O que eu quero destacar hoje, desde que você acredite na vida cotidiana, é que é incrível. Em algum lugar em você, você sabe muito bem que esta vida percebida não é real. É irreal e ainda assim você presta um grande serviço a ela. Você desempenha muito bem seu papel e você o leva a sério. Você aceita como fatos o que, na realidade, são miragens.
Uma miragem de água no deserto, não lhe dá água para beber. Este não é o seu alimento, e sua vida limitada na Terra não lhe dá sua comida. Oh, sim, ela nutre o corpo. Ela cumpre o seu papel na atividade, mas não é a Verdade. É um mundo dentro de um mundo.
Assim como uma grande notícia ou um grande poema pode ser lido em diferentes níveis, a história de sua vida pode ser lida em diferentes níveis. Você que descreve eventos, você se faz prisioneiro das ações. Você é ancorado de certo modo neles. Você tem certeza de que suas ações e todos os eventos são indiscutíveis. Nós estamos lidando num nível de vida. É externo e limitado, enquanto você, você é ilimitado. Você está certificado como ilimitado.
Nós podemos ver que a sua visão é microscópica em vez de macroscópica. Tão longe quanto você pode ver, você vive num quarto e Eu lhe digo que você vive numa parte ilusória como um ator que vive num palco. Você acredita que este papel que você desempenha é sua própria substância. A peça que você desempenha é um interlúdio. Você não pode se agarrar a ela. Preso ao papel que você desempenha, você o segura a todo custo, e para você é tão sério quanto possa ser.
Na verdade, você é tanto um observador de sua vida quanto você é um ator nela. Você é movido por impulsos que você chama de sua existência. Eu não cesso de lhe dizer que você é Ser. Você é a tranquilidade, até mesmo em seu papel no teatro da vida. O papel que você desempenha é delével. Em certo ponto, a ficção termina e você não é mais o ator que interpreta o papel de uma pessoa na Terra. Você estava ligado num papel que você pensa de ser uma extensão de você mesmo. Durante um tempo você se ocupa. Você vive num corpo que não é o seu e que não tem nada a ver com você, porque você é Imensidão e não está limitado ao papel que você desempenha.
A parte que você desempenha pode ser maravilhosa e bela, mas você ainda é maior do que ela.
Não é necessário levar o papel que você faz e os eventos que acontecem tão a sério como você faz. Você se agarrou as ações e aos eventos como se sua vida dependesse deles. Você está imerso na história chamada Vida na Terra, porém no final, você não segura nada, Meu amado, você abandona seu prêmio. Toda a tensão não tem mais poder sobre você. Deixe ir a tensão agora. Você não é obrigado a ser tão tenso no que se refere à ilusão. Uma história se desenrola, mas você não é a história. Você existe em outro plano. Esta vida na Terra não é um fim em si mesmo. Deixe ir a seriedade e alivie a tensão. Você não tem que estar tenso agora, como se estivesse segurando uma tábua de salvação.
Você é uma expressão do Invisível. Você é uma expressão do amor na Terra.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

St. Germain disse!


                                                                            

CHAMA VIOLETA


Temos à nossa disposição um instrumento que quando utilizado nos liberta de carmas do passado, nos possibilitando retornar a Luz, rumo a ascensão, evidentemente, que é necessário alguns avanços espirituais antes de aplicarmos a chama violeta com esta intenção. Mas o simples fato de podermos transmutar as energias negativas acumulados em nossos corpos inferiores, já é um grande avanço.

Saint Germain disse:
"O uso da chama violeta consumidora é mais valioso para você e para toda a humanidade do que toda a riqueza, todo o ouro, todas as jóias do planeta"
A Chama Violeta é uma forte e poderosa chama que TRANSMUTA tudo em nós e à nossa volta que não seja paz, amor e harmonia, a Chama Violeta é o Fogo Purificador, a Chama da Transmutação.
A cor violeta é a cor máxima da espiritualidade, é a freqüência máxima de vibração e ela pode ser utilizada como exercício de visualização diária para nos re-equilibrarmos e equilibrarmos tudo à nossa volta, transmutando tudo em Perfeição, Paz, Libertação, Luz e Amor Universal.

A chama violeta é a essência do Sétimo Raio, é como um raio de sol passando através de um prisma é refratado nas sete cores do arco-íris, assim também a luz se manifesta nos sete raios. Cada raio tem uma cor, freqüência e qualidade específica da consciência de Deus. O raio violeta é conhecido como o sétimo raio. Quando você o invoca, em nome de Deus, ele desce como um raio de energia espiritual, explodindo numa chama espiritual, em seu coração, com as qualidades de misericórdia, perdão, justiça, liberdade e transmutação.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Siga por onde o seu coração mandar !



Posso ser conhecedor de todos os mistérios quânticos e criar técnicas revolucionarias de catarses psicológicas, de curas físicas, de reprogramação mental, energética, holística, mas, me responda, do que adiantará se nada disso produzir amor?
Posso ser o melhor orador, debater com grandes mestres, ter profundo conhecimento intelectual, psicológico, histórico, físico, filosófico, mas, sinceramente,se nada disso me aprofundar na consciência do amor, serei apenas um soberbo cheio de ideias.
Se eu souber todos os mistérios da neolinguística, me tornar mestre em técnicas milenares, doutor em teologia, conhecedor de fórmulas, sistemas, rituais sem a percepção de que nenhuma ferramenta, por mais útil que seja, produzirá amor, serei um alegre com prazo de validade, sem paz, sem felicidade, caminhando para a frustração até que outra novidade apareça.
Tudo pode ser bom, se deixarmos, tudo é apontamento, caminho, mas nunca destino final, afinal, a consciência do amor se aprofunda em simplicidade, no cotidiano, nas experiências, no “não saber”, no vazio, em cada escolha, nas pequenas respostas à vida, em vida.
Cada um de nós faz sua própria viagem, cada uma reflete o momento em que está e, sim, pode ser uma seta, um estágio que ajude muito até que aprendamos a caminhar com as próprias pernas, seguros, gratos, suficientemente maduros para entender que não se vive em maquetes, mas na vida, nas ruas, nos relacionamentos, com gente diferente da gente, em ambientes hostis muitas vezes, contraditórios outras tantas, expostos a completa imprevisibilidade da vida, a não linearidade dos caminhos, das relações, das experiências que se conectam, se vinculam, se desdobram e se enraízam em quem se faz presente e não cobiça o controle.
Viva seus momentos, experimente, aprenda, cresça, há muitas coisas boas, há muita gente legal, sim, muitos grupos, muitos caminhos, muitas propostas, muitos fragmentos de verdade espalhados pela terra, uns tem nomes orientais, outros ocidentais, outros tantos nem nomes tem, são “pequenos” de mais para serem percebidos, há estradas e estradas em todos os cantos e, cada vez mais, códigos diferentes, discursos aparentemente opostos que apontam para o mesmo lugar, que se tocam no essencial e isso é maravilhoso!
Siga por onde seu coração mandar, conforme sua cultura, sua história, seu momento, sua consciência, mas, não esqueça: nenhum caminho pode produzir amor se não estiver conectado a prática da vida, as experiências diárias, as contradições de existir em verdade, em presença, em simplicidade, em amor. O que passar disso é só labirinto, um caminho com fim em si mesmo e nada mais.
Flavio Siqueira.

Extraído do Site: Portal Arco Íris.  ( foto incluída )

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Purifique suas crenças e padrões que suas relações melhoram !







As relações que você tem com objetos, alimentos, clima, transporte e com pessoas refletem o relacionamento que você tem consigo mesmo, e este, por sua vez, é muito influenciado pelos relacionamentos que você, quando criança, teve com os adultos que o cercavam. Muitas vezes, o modo como os adultos reagiam conosco nessa época é o modo como reagimos conosco agora, tanto em termos positivos como negativos.
Pense por um instante nas palavras que você usa quando está se repreendendo. Não são as mesmas que seus pais usavam quando o censuravam? E como o elogiavam? Tenho certeza de que você usa os mesmos termos quando se elogia.
E possível que eles nunca o tenham elogiado, de modo que você não tem ideia de como se elogiar e, provavelmente, pensa que não possui nada digno de elogios. Não culpo seus pais por isso porque somos todos vítimas de vítimas. Eles, de maneira nenhuma, poderiam lhe ensinar algo que não conheciam. Cada relacionamento importante que temos é reflexo do relacionamento que tivemos com um de nossos pais. E enquanto não “limparmos” aquele primeiro relacionamento não estaremos livres para criar exatamente o que queremos nos outros.
As relações são espelhos de nós mesmos. O que atraímos sempre reflete nossas qualidades ou nossas crenças sobre relacionamentos. Isso vale igualmente para um chefe, colega, amigo, empregado, amante, cônjuge ou filho. O que não gostamos nessas pessoas são coisas que nós mesmos fazemos ou desejaríamos fazer, ou então em que acreditamos. Nós não as atrairíamos ou as teríamos em nossas vidas se elas de certa forma não nos complementassem.
Permita-se neste momento parar um pouco e fazer um pequeno exercício:
Por um instante, analise uma pessoa de sua vida que o perturba. Descreva três características dela das quais não gosta, coisas que você quer que mudem.
Agora, analise-se profundamente e pergunte-se: “Onde sou exatamente da mesma forma, quando faço as mesmas coisas?”
Feche os olhos e dê-se tempo para trabalhar nisso.
Em seguida, pergunte-se se está disposto a mudar. Quando você remover esses padrões, hábitos ou crenças do seu modo de pensar ou comportamento, a pessoa mudará ou sair de sua vida.
Se você tem um chefe crítico e impossível de contentar, olhe para o seu interior. Seu comportamento, em algum nível é igual ao dele ou então você tem uma crença do tipo: Chefes vivem criticando e são impossíveis de agradar.
Se você tem um empregado que não obedece ou não trabalha a contento, procure no seu interior para ver onde você age da mesma forma e elimine esse padrão. Lembre-se de que despedir alguém é fácil demais e não “limpa” o padrão.
Se você tem um colega que não coopera e se recusa a participar ativamente da equipe, procure no seu interior para ver por que atraiu alguém desse tipo. Onde você tem o hábito de não cooperar?
Se você tem um amigo desleal, que sempre o deixa na mão, olhe para dentro. Onde em sua vida você é desleal e quando costuma falhar com os outros? Essa, por acaso, é sua crença?
Se você tem um namorado pouco carinhoso, que até lhe parece distante, analise-se para ver se bem no seu interior não existe uma crença que se originou numa atitude de seus pais na sua infância, como: O amor é frio e sem demonstrações.
Se você tem um cônjuge que está sempre reclamando e pouco o apoia, olhe de novo para suas crenças de infância. Um dos seus pais estava sempre reclamando e não dava apoio à família? Você é assim?
Se você tem um filho com hábitos que o irritam, garanto-lhe que são os seus próprios hábitos. As crianças aprendem imitando os adultos que as rodeiam. Ao esclarecer o que existe no seu interior, você descobrir seu filho mudando automaticamente.
Esse é o único modo de mudar os outros – modificando-nos primeiro. Mude seus padrões e descobrir que “eles” também estão diferentes.
A acusação é inútil. Acusar alguém é abrir mão de nosso poder. Mantenha o seu poder, pois sem ele não se pode fazer mudanças. A vítima indefesa não enxerga uma saída.

a.d.
 
Extraído do Site: Portal Arco Íris.

A Essência do Amor!



A ESSÊNCIA DO AMOR ... Talvez a fraternidade, na verdade, constitua a essência do amor. A Fraternidade, em última instância, é a convicção inabalável de que cada vida e cada alma têm uma relação e uma identidade com todas as outras. A Fraternidade é o conhecimento do “ponto de acordo” entre todos os seres, e através do qual todos compartilham da Alma Universal. Se poderia dizer que quando o amor existe por si mesmo, sem a expectativa de recompensa ou reciprocidade, sem referência a qualidades particulares e portanto sem ser ameaçado por defeitos pessoais, ele é fraternidade pura e simples. Um tal amor é, evidentemente, uma sabedoria. Ele é intocado pelos pares de opostos. Ele não é ameaçado pela ação, pelo resultado da ação, ou por desejos. Ele mantém o prumo perfeito da equanimidade, que é a perfeição da habilidade na realização das ações. Ele é a intenção que dá forma à ação correta. Como pode ser obtida a sabedoria do amor? Ela é obtida do modo como sempre se alcança a sabedoria. Ela é obtida por aquele que se torna digno dela. 000 Reproduzido do texto "O Amor Além da Ilusão", de Theosophy: <a href=
A ESSÊNCIA DO AMOR

... Talvez a fraternidade, na verdade, constitua a essência do amor.

A Fraternidade, em última instância, é a convicção inabalável de que cada vida e cada alma têm uma relação e uma identidade com todas as outras. A Fraternidade é o conhecimento do “ponto de acordo” entre todos os seres, e através do qual todos compartilham da Alma Universal.
Se poderia dizer que quando o amor existe por si mesmo, sem a expectativa de recompensa ou reciprocidade, sem referência a qualidades particulares e portanto sem ser ameaçado por defeitos pessoais, ele é fraternidade pura e simples. Um tal amor é, evidentemente, uma sabedoria. Ele é intocado pelos pares de opostos. Ele não é ameaçado pela ação, pelo resultado da ação, ou por desejos. Ele mantém o prumo perfeito da equanimidade, que é a perfeição da habilidade na realização das ações. Ele é a intenção que dá forma à ação correta.

Como pode ser obtida a sabedoria do amor?
Ela é obtida do modo como sempre se alcança a sabedoria.
Ela é obtida por aquele que se torna digno dela.
 
 
 
Extraído do Site: Portal Arco Íris.