Foi mais um êxito o nosso Workshop d dia 25 de Abril ! Uma Energia maravilhosa suave e Curadora inundou o Espaço e os nossos corações!
A alegria no rosto de todos os presentes revela e energia e poder deste evento tão lindo dedicado aos Seres de Luz do Raio Rosa do AMOR!
Estamos gratos a todos os presentes e à Energia Divina por estas bençãos!
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Workshop Cura da Chama Rosa
Workshop Cura da Chama Rosa
Como Activar a cura através do Amor incondicional.
O Perdão!
Através dos Amados Seres de Luz que nos acompanham recebemos este trabalho de Cura que desejamos colocar ao dispor de todos!
PARTILHAR!
O Raio Rosa é o Raio da Luz do Amor e tal como diz Mestra Rowena a bem Amada Mestra deste Raio " O Amor é a chave que abre caminhos, ilumina e cura reinos!
É com muita alegria que vimos participar a realização deste Workshop pela primeira vez, será no dia 25 de Abril, feriado, pelas 14 e 30 em Vila Nova de Gaia, no Espaço: " Cantinho de Cura "
A comparticipação é de 5 € para o Espaço e recebe o Manual respectivo e certificado de presença!
Este Workshop engloba meditações, trabalhos de Cura, e Mensagens dos Seres do Raio Rosa. é algo muito belo que temos o maior amor em divulgar!
Pedimos que tragam uma flor e uma vela cor de rosa, Iluminemos os nossos corações de Amor e perfumemos o planeta com a Cura !
Contamos convosco!
Todas as informações e esclarecimentos através dos nossos contactos habituais.
Só por Hoje !!!!

SÓ POR HOJE...
Tenha força e sabedoria para resistir às tentações do mundo.
Cultive a força da tolerância de forma a compreender, aceitar, assumir responsabilidades, ter determinação e melhorar as circunstâncias externas. Então, passe a cultivar a tolerância pela vida, a tolerância por todos os darmas e a tolerância pelos darmas não-surgidos de maneira a transformar o cultivo da tolerância em força e sabedoria.
Aprenda a se adaptar à pressão externa e não se deixe afectar por ela.
Extraído do Site : Portal Arco Íris de Luz. ( foto incluída )
segunda-feira, 2 de abril de 2012
História de Lakshmi , Deusa Da Abundância e Prosperidade Divina!

No próximo dia 22 de Abril pelas 14 e 30 vamos efectuar a Formação do Reiki da Abundância e Prosperidade Divina nas Bençãos de Laksmhmi no nosso Espaço Cantinho de Cura em Vila Nova de Gaia . Conheça um pouco melhor a sua história!
Lakshmi é uma Deusa Indiana consorte Vishnu, um Deus Protetor, que é muito amada por seu povo. Foi ela que deu a Indra, o Rei dos Deuses, o soma (ou sangue do conhecimento) do seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse o Rei dos Devas.
A Deusa Lakshmi significa "boa sorte" para os hindus. A palavra "Lakhsmi" é derivada da palavra "Laksya" do sânscrito, significando o "alvo", o "objetivo".
UM POUCO DE HISTÓRIA...
A mitologia dos Deuses hindus é uma das mais ricas do mundo. A natureza complexa dos Grandes Deuses como Brahma, o Criador, Vishnu, o Protetor, e Shiva, o Destruidor e suas consortes, está representada em muitos mitos cheios de ação, aventura e romance. Esses mitos materializam o espírito sutil e generoso do próprio hinduismo.
Existem grande quantidade de textos hindus que elogiam os Deuses,e alguns deles, como o Rig Veda, são muito extensos.
A Índia é um país muito grande, com uma vasta população de mais de um bilião de pessoas, onde se fala 745 línguas distintas. Em torno de 80 porcento de sua população é hindu. O hinduismo como religião parece ter suas primeiras raízes na civilização do vale Indus (2500 a 1500 a. C.), que já adorava Shiva, o Deus da Criação e Destruição, e Devi, a Grande Deusa. Esses Grandes Deuses logo se fundiram com os Deuses Vedas dos arios, que invadiram a índia em torno de 1200 a. C.
Os primeiros mitos hindus foram escritos em textos religiosos como o Rig Veda em torno de 1200 a. C., e as histórias continuaram desenvolvendo-se durante 2000 anos.
A crença da reencarnação está presente na concepção do hinduismo. Cada ser vivo possui uma alma que experimenta o que denomina de "samsara", ciclo que ocorre através de muitas formas corporais. O samsara dita um ritmo de nascimentos e mortes que podem repetir-se de forma indefinida. A lei do "karma" (em sânscrito "feito") dita os feitos de uma vida e determinam o caráter da próxima. Uma vida de honra aos Deuses, poderá ser recompensada na próxima reencarnação. Assim como o homem se conduz, assim será conduzido: aquele que sempre fizer o bem, não precisa ter medo do mal, pois através de suas boas obras poderá se converter em um homem santo.
O hinduismo dá maior ênfase a riqueza espiritual do que a material.
LUGARES SAGRADOS
A Índia está cheia de lugares sagrados chamados "tirthas", que significam "lugares onde vadeia um rio". Os hindus crêem que os rios levam poderes sagrados à terra e o mais importante desses rios é o Ganges, que nasce no Himalaia e atravessa de um extremo ao outro do norte da Índia para desembocar na baía de Bengala. Existem muitos lugares santos ao longo dos 25-7 Km do Ganges, dos quais o mais importante é Varanasi, a cidade de Shiva, onde seus fiéis vão banhar-se no rio.
Os hindus dizem que banhar-se no Ganges é como estar no céu. Por isso, muitos são os peregrinos que se reúnem lavarem-se em suas águas, que se compara com amrita, o elixir da vida.
NASCIMENTO DE LAKSHMI
Como todas as Deusas no panteão Hindu, Lakshmi tem muitas histórias sobre sua origem. Uma delas conta, que o Rei dos Reis, Indra, um certo dia, perdeu seus poderes e envelheceu. Um sábio nomeou um Deva menor para ir até Brahma em busca de uma solução. Entretanto,esse último o conduziu até Mahavishnu (avatar de Vishnu) para um melhor aconselhamento. Vishnu sorriu ao ouvir o problema dos Devas (Deuses Menores) e deu-lhes uma solução. Disse que deveriam agitar o poderoso oceano de leite e beber amrita, o elixir que os faria recuperar a juventude e a força.
Mas tal feito não era nada fácil. Como chocalhar o oceano? Usando a montanha Mandara e a serpente Vasuki. Os Devas então foram providenciar tudo. Mas a montanha Mandara necessitava de uma base para puxá-la. Então Vishnu transformou-se em uma tartaruga poderosa e serviu de base para a montanha. Colocaram ainda, a serpente Vasuki em torno da montanha para protegê-la.
Os demônios acordados com tanta agitação, também quiseram compartilhar o elixir. Os Devas, como sabiam que não conseguiriam realizar a tarefa sozinhos, aceitaram a ajuda dos Asuras (demônios).
Agitaram tanto o oceano até que seus braços se feriram e receberam então, quatorze presentes preciosos para à humanidade. A Deusa Lakshmi foi a última a emergir. Sentada sobre um lótus,era extremamente bela e encantou a todos. Os elefantes do céu derramavam gotas de água para refrescá-la. De acordo com a mitologia hindu, a terra inteira é mantida por quatro elefantes chamados Dik-gaj, onde "dik" significa o sentido e "gaj", o elefante.
Lakshmi trouxe consigo o elixir, que faria reviver a força dos Deuses. Escolheu então, para ser seu consorte, Vishnu. Vishnu carregou Lakshmi do oceano até o céu e cada vez que ele desce na terra como um avatar, é acompanhado por um avatar de Lakshmi.
A VIDA DE RAMA (VISHNU) E SITA (LAKSHMI)
Quando Vishnu atravessou suas reencarnações, Lakhmi reencarnava com ele. Quando Vishnu se tornou Rama, Lakhmi tornou-se Sita. Quando ele virou Krishna, ela passou a ser Radha, a menina-vaca. Tais encarnações são chamadas de avatares.Calque será o nome do décimo avatar,no qual Vishnu aparecerá no fim da época presente no mundo, para destruir todos os vícios e maldades e restituir à humanidade a virtude e pureza.
O herói mais importante da mitologia hindu é o príncipe Rama. A história da busca de sua esposa Sita, que foi raptada pelo demônio Ravana, se conta por toda a Índia. Foi escrito pela primeira vez na épica sânscrita de 50000 linhas, o Ramayana (200 aC. - 200 d. C.).
No reino Ayodhya (hoje norte da Índia) há milhares de anos atrás, vivia um rei chamado Dasaratha, o qual estava casado com três esposas (algo habitual entre os reis) chamadas Kaushalya, Kaikeyi e Sumitra. Nenhuma das três havia podido lhe dar filhos. Desaratha aconselhado pelos sacerdotes brahmanas, organizou um grande sacrifício de fogo para conseguir um filho. Durante o sacrifício surgiu um ser místico que lhe entregou um tigela com arroz (se tratava de um alimento santificado) para suas esposas comerem. A Kaushalya por ser a mais importante das rainhas, comeu a metade do arroz,e dividiu o que restou entre as outras duas. Com o passar do tempo, Kaushaya deu à luz a um filho chamado Rama, Kaikeyi teve Bharata e de Sumitra nasceram os filhos chamados Lakshmana e Shatrughana.
Rama tinha uma metade da divindade de Vishnu e seus irmãos compartem o resto. Os irmãos cresceram desconhecendo sua origem divina. Os hindus adoram Rama como uma encarnação do Deus Vishnu.
Rama apaixonou-se por Sita, a filha do rei Janaka de Mithila, que é a reencarnação da fiel esposa de Vishnu, Lakshmi.
Devido a um incidente na corte, Rama, Lakshmana e Sita foram viver tranqüilamente no bosque. Tudo ia bem até o demônio Ravana seqüestrar a Sita, que gritou a todas as árvores do bosque para dizerem a Rama que estava sendo levada contra sua vontade. Também tirou suas jóias e seu véu de ouro a cinco macacos e Hanumen, seu general. Então o sábio Agastya o aconselhou a adorar o sol, a fonte da vida. Assim o fez e também pediu emprestado uma carruagem e um cocheiro do Deus do Céu, Indra. Logo Rama foi atrás de Ravana e de seus exército de rakshashas demoníacos, que estava cheio de guerreiros ferozes com nomes como Morte-aos-homens.
Rama juntou seu exército composto de macacos e ursos e atacou o demônio, depois de haver cruzado a ponte das pedras flutuantes sobre o oceano. Após diversas batalhas, Ravana, o demônio de dez cabeças foi morto pelas flechas de Rama, e Sita foi finalmente libertada. Rama junto de sua esposa Sita, e seu irmão Lakshmana acompanhados de devotos, regressaram a Ayodhya, depois de haverem passado 14 anos em exílio.
Quando os habitantes de Ayodhya escutaram a notícia da chegada do rei amado, se vestiram com as melhores roupas e as mulheres se maquiaram e vestiram suas preciosas jóias. Justo aquele dia era de lua nova, tudo estava muito escuro, assim para iluminar o caminho do rei Rama, foram colocadas numerosas lamparinas de azeite por todo o trajeto, assim como no palácio e em todas as casas do reino. A palavra Diwalli significa literalmente "fileira de luzes", e foi assim, portanto, que se originou essa festa ancestral que se celebra em toda a Índia e em todo mundo onde vivem os hindus.
A história de Rama e Sita é muito difundida muito além da Índia. É popular na Indonésia, na Malásia e na Tailândia.
O casal Vishnu e Lakshmi regem o sentimento erótico, além de governar o elemento água. A mitologia hindu revela que desta união nasceu Kama, o Deus do amor. Kama é extremamente belo, retratado como um lindo pássaro. Em algumas ocasiões, é reverenciado durante o ato de amor.
O tema principal do Ramayna é a eterna luta do bem contra o mal, da luz contra a escuridão e das conseqüências dos nossos atos passados. Em Ramayana nos encontramos com o sacrifício da liberdade em nome do dever e da honra. Assim, como nos ensina que o amor, demanda um serviço,pois ele transcende qualquer status social. Rama não vive sem sua Sita, por isso, os grandes mestres espirituais sabem, que nunca deve-se adorar o Deus sozinho, mas sempre com sua consorte, ou seja, junto com sua energia feminina.
Lakshmi é considerada como modelo da esposa hindu, unida em completa harmonia com o marido e sua família.
Sempre que invocarmos Lakshmi, devemos nos recordar que ela não é só a Deusa da Fortuna material, mas sim também da espiritual que é a que realmente perdura e sobre tudo, não devemos esquecer que Lakshmi é ainda, uma Deusa do Amor.
Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO-----
Para se informarem do conteúdo do Curso de Reiki da Abundância Divina entrem na página : Formações deste Blogue.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Por que a vida é assim?
A sociedade humana ainda está em um estágio inferior de desenvolvimento, sob a hegemonia dos nossos 3 chakras inferiores (visão terrena, sexualidade e Ego), e vive no mundo de Maya, a Ilusão, no qual praticamente todos nós mergulhamos, só percebendo a Verdade após o nosso desencarne, ao retornarmos para Casa, no Mundo Espiritual. Lá, vão desactivando-se os nossos chakras inferiores e activando-se os chakras superiores, e vamos, então, percebendo o nosso erro, o nosso engano, o nosso egoísmo, ficando a tentativa de correção para a próxima encarnação.
Aqui na Terra revelamos as nossas inferioridades e, no Plano Astral, as nossas superioridades. Nós reencarnamos, entre outras metas, para encontrarmos as nossas inferioridades, e a nossa Missão é aprendermos a revelar aqui as nossas superioridades, aproveitarmos melhor a nossa inteligência, o nosso tempo, a nossa disposição, não em prol de nós mesmos e dos nossos e, sim, visando o bem comum, a melhoria da sociedade humana, colaborando para que um dia o Reino dos Céus instale-se definitivamente aqui na Terra.
Precisamos aprender a colocar o nosso Ego a serviço do nosso Eu Superior, mas para isso é necessário não dedicarmos o nosso tempo demais conosco mesmos, não desperdiçarmos os nossos dias e noites com atividades egocêntricas, em buscas infantis de auto-satisfação, de leviandade, de irresponsabilidade, numa atitude de desrespeito com o nosso Espírito.
A informação dos Seres Espirituais é de que, depois da morte do nosso corpo físico, a imensa maioria de nós retorna ao Plano Astral profundamente frustrados, arrependidos e envergonhados conosco mesmos, quanto ao real aproveitamento dessa atual passagem, uma parte sendo resgatados do Umbral e outra parte conseguindo lá chegar sem passar por essa zona, mas necessitando de atendimento em hospitais do Astral.
As frases mais ouvidas nos nossos retornos, são as ditas por nós: "Ah, se eu soubesse..." e "Ah, se eu lembrasse..." e a que escutamos: "Não te preocupes, tu terás uma nova oportunidade". Devemos recordar que já estamos na nova oportunidade... Podemos aprender a nos libertar do comando do nosso Ego, elevarmos a nossa freqüência vibratória e ultrapassarmos o estágio ainda infantil ou adolescente da maioria da humanidade, rumo a um estágio adulto, como alcançaram os Mestres.
Podemos perceber o nosso grau de egoísmo, o quanto somos comandados pelo nosso Ego, contabilizando quantas vezes falamos, pensamos e agimos em prol de nós mesmos, dos nossos desejos, as nossas satisfações, o nosso prazer, o nosso lazer. Podemos perceber isso com mais clareza pelo número de vezes que pensamos e falamos iniciando por "eu". Mas isso não significa apenas vaidade e orgulho, mas também o autocentramento da tristeza, da mágoa, do sentimento de rejeição, etc. O nosso Ego está no comando quando nos sentimos mais do que os outros, mas também quando nos sentimos menos, quando nos enaltecemos ou quando nos depreciamos, quando queremos brilhar ou quando queremos nos esconder, quando queremos vencer ou quando queremos perder, quando exaltamos os nossos feitos ou quando nos fixamos em nossas próprias dores e fracassos.
Existem três tipos de pessoas:
1. As que acreditam ser mais do que os demais, no sentido da sensação de superioridade ou no equívoco do sofrimento por si mesmos.
2. As que sentem que são iguais aos demais e, embora ainda bastante autocentradas, já vivem comunitariamente, pensando muito em si, mas também nos demais.
3. As que descobriram que os outros são mais importantes do que elas. Essas são Mestres na arte de viver.
Podemos perceber claramente em que tipo nos classificamos pela preocupação que norteia os nossos dias, pelo stress que sentimos na vida, pela sensação de tensão que nos aflige, pelas buscas de satisfação e alegria que nos chamam a atenção e pelo grau de sofrimento que sentimos. Sairmos do "eu" e vivermos para o "nós" é a grande lição que os Mestres nos ensinam. Poucos estão dispostos a aprendê-la e, menos ainda, a praticá-la em sua vida diária. Como sairmos do "eu" na prática? Uma das maneiras é percebermos como nosso Ego nos ilude, seduz e domina, por exemplo, nas polaridades:
1. "Eu" sou muito bom nisso ou "eu" sou um fracasso...
2. "Eu" quero alcançar o sucesso ou "eu" não consigo...
3. "Eu" vivo para ajudar os outros ou Como "eu" sofro...
4. "Eu" tenho um espírito de liderança ou "eu" preciso que me ajudem...
5. "Eu" sinto muita pena das pessoas ou "eu" tenho pena de mim...
6. A "minha" vida é óptima ou a "minha" vida é tão triste...
7. "Eu" adoro me divertir ou "eu" sou muito depressivo(a)...
8. "Eu" não tenho nada a ver com isso ou como "eu" fico indignado com as coisas...
9. Nada "me" afeta ou Como "eu" me magoo...
10. "Na vida é cada um por "si" ou Como "eu" me sinto rejeitado...
A ilusão da separatividade que o nosso corpo físico nos traz é a causa e a origem do "eu". Os discípulos e os futuros discípulos ainda acreditam ser uma individualidade e vivem para "si", os Mestres já se libertaram dessa ilusão. Cuidemos quantas vezes pensamos ou falamos a palavra "eu" e saberemos em que grau estamos.
Extraído do Site Stum ( foto incluída )
quarta-feira, 21 de março de 2012
Existe uma escola melhor que a vida?
Tem uma frase que fala: aprendemos pelo amor ou pela dor... Penso que aprendemos com a dor e com o amor... A dor nos faz sair do lugar desconfortável e o amor nos acolhe... nos cura... Nossas experiências do passado são jóias que nos enriquecem no presente, mas não podemos adotar uma postura de justificar nossos problemas atuais em função dos sofrimentos passados... Sou assim porque minha mãe isso... Meu pai aquilo... Meu irmão, minha professora... Minha infância foi sofrida e por causa disso não consigo isso ou aquilo... Essa bengala pode justificar, mas não nos traz bem-estar, não nos ajuda a ficar bem. É preciso utilizar essas aprendizagens do passado para construir um presente mais significativo. Quanto mais difíceis as experiências que tivemos, maiores são estes aprendizados...
Castañeda tem uma frase boa pra nos ajudar com isso: "Há muitas coisas que uma pessoa pode fazer, em determinado momento, que não poderia ter feito anos antes. Essas coisas não mudaram; o que mudou foi a idéia da pessoa sobre si mesma".
Podemos escolher ficar presos aos sofrimentos do passado ou nos libertar para viver no presente com o que ele pode oferecer. O presente é cheio de possibilidades, está aberto para que possamos vivê-lo e pronto para ser usufruído.
O que a gente faz, então, com os momentos difíceis do passado, com nossas histórias de mágoa que nos acompanham e ficam se repetindo?
Como disse Jung o que a gente mais resiste, persiste... O que fazer para viver o novo, para enxergar as novas possibilidades? Como nos livrar do vício das mágoas guardadas?
Eu não sei onde aprendi isso, mas guardar raiva é como tomar veneno e esperar que o outro morra...
De acordo com Teresa Robles não temos como mudar a história que vivemos no passado, mas podemos mudar nossa história íntima. Podemos acolher a parte em nós que foi magoada e deixar as feridas emocionais cicatrizarem. Achando que estamos nos protegendo, vamos tampando as feridas e deixando-as abertas com medo de sofrer de novo...
Mas isso não ajuda em nada porque nossa mente vai continuar atraindo experiências que nos lembrará a ferida tamponada até que tenhamos coragem de enfrentar a dor e deixar cicatrizar... Cicatrizar não significa deixar que nos magoem de novo; vamos nos lembrar do ocorrido, mas sem dor, com mais força, mais entendimento e sabedoria. "A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional".
Eu sei que às vezes a pessoa vive experiências tão doloridas que fica difícil, sozinho (a) curar as feridas, se esse é o seu caso, procure ajuda de um profissional, você não precisa ficar sofrendo... A gente veio ao mundo para ser feliz... essa é a verdade! Existem muitas técnicas que podem ajudá-lo a reencontrar sua natureza.
Eu tive uma infância privilegiada. Não que não tenha tido problemas e sofrimentos porque tive muitos... Mas somando todas as aprendizagens o saldo foi mais do que positivo. Morei em uma casa com um imenso quintal que tinha o pomar mais rico do mundo. Eu estudava em cima de um pé de jabuticaba. Usava o chão de terra como lousa. Lia as lições e com um pedaço de galho de árvore brincava de ser professora e ensinava o que tinha aprendido na lição. Há pouco tempo, minha amiga Valéria disse que sempre que tinha prova, ela ia lá estudar comigo porque eu ensinava bem...
Neste quintal, eu fiz o velório e o enterro de todos os gatinhos e cachorros que tive e amei. Neste quintal, brinquei de casinha, de teatro, de dar aulas e aprendi as lições mais variadas...
Eu poderia optar por continuar sofrendo pois meus pais brigavam muito, porque me sentia sozinha, porque isso ou aquilo, porque com 11 anos tive reumatismo e tive que fazer um doloroso tratamento com benzetacil até os 18 anos... Tomava uma injeção por semana, cada semana em uma banda do bumbum... Mas ganhei o livro da Pollyanna e adotei a estratégia dela. O quintal era meu refúgio quando a briga era grande. E quando ia toda semana à farmácia tomar injeção ia andando e administrando o medo...
Pensava no começo do caminho... Quando na volta, já estiver aqui, o líquido da injeção já terá se espalhado e não vai doer tanto mais... Andava mais um pouco e pensava... vai passar rapidinho... Vou ter uma semana de folga... Quando eu vir já terá passado... E assim driblei a dor por muito tempo...
Definitivamente, não é inteligente ficar maldizendo a vida... É mais sensato fazer o melhor com o que não foi tão bom, decidir trilhar o caminho do amor, do coração... E isso me lembra de novo Castañeda:
"... Tudo é um entre um milhão de caminhos. Portanto, você deve sempre manter em mente que um caminho não é mais do que um caminho; se achar que não deve segui-lo, não deve permanecer nele, sob nenhuma circunstância. Para ter uma clareza dessas, é preciso levar uma vida disciplinada. Só, então, você saberá que qualquer caminho não passa de um caminho, e não há afronta, para si nem para os outros, em largá-lo se é isso que o seu coração lhe manda fazer.
Mas sua decisão de continuar no caminho ou largá-lo deve ser isenta de medo e de ambição. Eu lhe aviso. Olhe bem para cada caminho, e com propósito. Experimente-o tantas vezes quanto achar necessário. Depois, pergunte-se, e só a si, uma coisa. Essa pergunta é uma que só os muito velhos fazem. Dir-lhe-ei qual é: esse caminho tem coração?
Todos os caminhos são os mesmos; não conduzem a lugar algum. São caminhos que atravessam a floresta, ou que entram por ela. Em minha vida posso dizer que já passei por caminhos compridos, mas não estou em lugar algum.
A pergunta de meu benfeitor agora tem um significado. Esse caminho tem um coração? Se tiver, o caminho é bom; se não tiver, não presta. Ambos os caminhos não conduzem a parte alguma; mas um tem coração e o outro não. Um torna a viagem alegre; enquanto você o seguir, será um com ele. O outro o fará maldizer a sua vida. Um o torna forte, o outro o debilita".
Você já se fez essa pergunta hoje? Tem coração o seu caminho?
Se não, escolha trilhar o caminho do amor.
Se uma torcida ajudar, saiba que estou torcendo por você!!!
Abraços no coração!
Keli
Extraído do Site Stum ( foto incluída )
sábado, 17 de março de 2012
Interferências Energéticas Nocivas
Todo ser humano busca evolução, consciente ou inconscientemente. No nível espiritual e energético existem muitos obstáculos que impedem/dificultam a evolução espiritual e o crescimento pessoal do ser humano. Amarras são todas as formas de interferências energéticas que de certa forma “amarram” o indivíduo. Estas não permitem que a pessoa flua livremente em sua caminhada. São chamadas também de interferências energéticas já que acontecem em níveis mais sutis do ser (nível energético).
Como atuam essas interferências energéticas negativas?
Imagine um balão inflado, prestes a subir do chão, plenamente aquecido e se estabilizando no ar. Ele está preso ao chão apenas por sacos de areia que estão amarrando a subida do balão. As interferências energéticas são semelhantes aos sacos de areia: não permitem que o balão suba. Nesse caso entenda o balão (a lona do balão) como um indivíduo qualquer. O gás quente que infla o balão é a própria espiritualidade do ser; quanto mais evoluída for uma pessoa, mais intensa é a força que o balão faz para subir. Os sacos de areia são soltos e o balão começa a flutuar, subir, mas se a força do fogo que aquece o balão diminui, esse começa a descer de novo, perder força. Lá no alto, muitas vezes o operador do balão joga os pesos remanescentes para o balão compensar a perda de altitude e continuar subindo.
Desse exemplo pode se tirar vários aprendizados.
As amarras não permitem que o indivíduo suba, cresça e evolua. Elas impedem a evolução e o crescimento do ser, tornando-o estagnado e passível de retrocesso na sua vida. Ao deixar a sua essência “desnutrida” ou desestimulada, sua força de crescimento diminui muito. Corre-se o sério risco de “andar para trás” o que pode ser fatal (“o balão cai no chão”).
Independentemente das interferências, que são comparadas aos sacos de areia, quando o indivíduo aposta em desenvolver sua força interior e investe nisso, essa força elevará o balão. Mesmo que lentamente, ele sairá do chão e continuará a flutuar. A idéia principal é eliminar essas interferências para que a energia usada seja voltada para um vôo limpo e sereno, sem dificuldades.
Algumas origens possíveis das Interferências Negativas (amarras):
Karmas de outras vidas;
Inimigos espirituais adquiridos nesta vida (obsessão);
Inimigos espirituais adquiridos em outras vidas (obsessão);
Influência espiritual dos antepassados e do grupo espiritual de que a pessoa faz parte;
Projeção de terceiros (inveja, raiva, ódio e outros sentimentos negativos projetados por outras pessoas). Podem ser sem fundamento ou na maioria das vezes criados por conflitos e pendências geradas entre você e outras pessoas;
Projeção interior e inferioridades da personalidade (a própria consciência do ser projetada em sua vida criando a forma, como por exemplo, angústias, pessimismo, conduta interior negativa, raiva, ódio, mágoa, ego, etc.). Também é uma forma de obsessão;
“Semelhante atrai semelhante” - a própria vibração do ser em baixa freqüência, atrai inferioridades;
Amarras Positivas - muitas vezes o plano espiritual cria amarras na vida de uma pessoa para protege-la de um erro ou um problema grave, por isso são consideradas pseudo-amarras, e não podem ser removidas; entenda como “obra do divino”.
Existem inúmeras outras formas de interferências; aqui foram relatadas apenas algumas que se mostram mais presentes na vida das pessoas.
Obsessões do Plano Espiritual - Possíveis Causas:
Seres desencarnados (espíritos) que sem compreender o que está acontecendo acabam por explorar a energia vital dos seres a que estão ligados. Normalmente se conectam por ressonância e preferencialmente aos membros encarnados de sua última família aqui no plano material;
Espíritos malignos empenhados em realizar o mau graças à ação de algum rito (magia negra) ou outros interesses.
Inimigos de outras vidas que ainda desencarnados estão interessados em se vingar, bem como pelos próprios antepassados no caso desses serem pessoas maldosas ou densas com sentimentos de ódio, vingança, traição, etc.
Interferência de inimigos espirituais dessa vida atual. Nesse caso quando a pessoa “toma” o karma de alguém, ela passa a assimilar também os inimigos espirituais envolvidos. Esse erro é muito comum e muitas pessoas não percebem que estão errando. Acontece quando se quer ajudar o próximo a todo custo, preservando-o de sofrimento ou dor, sem entender que aquela adversidade é o instrumento que a pessoa precisa para evoluir.
Obsessões do Plano Mental
São causadas pelo pensamento atuante que gera uma forma. Essa forma passa a ser uma energia pensante acoplada ao campo energético. Ocorre principalmente na região do sexto chacra. Pode-se estender por qualquer parte do ser, inclusive em todos os chacras.
São obsessões criadas como resposta a situações ocorridas, por isso podem ser consideradas pela medicina tradicional como Síndromes. A mente cria a forma-pensamento ativa e inteligente. Esta atua sobre o ser recriando suas atitudes e comportamento, normalmente de maneira negativa e sutil. Mais de 90% das pessoas encarnadas na Terra sofrem com a ação de alguma forma-pensamento ativa. E o mais grave: são as próprias pessoas que as criam. Por isso são de difícil transmutação, pois requerem antes de qualquer coisa, interiorização e meditação.
As formas-pensamento ativas são energias inteligentes, com consciência. Possibilitam perceber quando estão ameaçadas e por isso criam mecanismos para “driblar” qualquer ação contra elas. Medo, fobia, caos, depressão, desentendimento, entre outros, são normalmente associados a formas-pensamento ativas. Além de serem extremamente prejudiciais à pessoa, também são um link para as invasões densas de origem espiritual (obsessões), bem como solo fértil para a ação de implantes extra-físicos ou etéricos. Portanto, os implantes são possíveis pois antes de uma ação externa, a própria pessoa cria ressonância para que essas invasões ocorram. Em suma, tudo depende unicamente de cada ser, que é mestre de suas próprias escolhas, atitudes e pensamentos.
Essas influências são normalmente as responsáveis por impedir uma pessoa de se desenvolver, evoluir e encontrar sua missão aqui na Terra. Para remover essas influências nada é mais eficiente do que autodisciplina diária. A prática de mentalizações, invocações, meditações, apelos e orações, auxiliam a co-criação de novas formas-pensamento, nesse caso positivas.
Para detectar essas energias negativas é necessário muita humildade, respeito e amor intenso pela existência divina. Existem várias outras formas de obsessão, mas aqui optamos por comentar apenas as mais presentes no período atual da humanidade.
A Pior delas, A Obsessão Silenciosa
A ação das situações extremas, negativas, adversas na vida é algo que se pode notar e imediatamente perceber os malefícios. A exemplo de um acidente, uma perda, notícia ruim, demissão, doenças, etc. Trata-se de uma interferência negativa que pode ser facilmente detectada, entendida e imediatamente combatida, pois a consciência de que um mal ocorreu é grande e esclarecedora.
Perante isso, como ficam os males sutis do dia-a-dia?
Como atuam essas interferências energéticas negativas?
Imagine um balão inflado, prestes a subir do chão, plenamente aquecido e se estabilizando no ar. Ele está preso ao chão apenas por sacos de areia que estão amarrando a subida do balão. As interferências energéticas são semelhantes aos sacos de areia: não permitem que o balão suba. Nesse caso entenda o balão (a lona do balão) como um indivíduo qualquer. O gás quente que infla o balão é a própria espiritualidade do ser; quanto mais evoluída for uma pessoa, mais intensa é a força que o balão faz para subir. Os sacos de areia são soltos e o balão começa a flutuar, subir, mas se a força do fogo que aquece o balão diminui, esse começa a descer de novo, perder força. Lá no alto, muitas vezes o operador do balão joga os pesos remanescentes para o balão compensar a perda de altitude e continuar subindo.
Desse exemplo pode se tirar vários aprendizados.
As amarras não permitem que o indivíduo suba, cresça e evolua. Elas impedem a evolução e o crescimento do ser, tornando-o estagnado e passível de retrocesso na sua vida. Ao deixar a sua essência “desnutrida” ou desestimulada, sua força de crescimento diminui muito. Corre-se o sério risco de “andar para trás” o que pode ser fatal (“o balão cai no chão”).
Independentemente das interferências, que são comparadas aos sacos de areia, quando o indivíduo aposta em desenvolver sua força interior e investe nisso, essa força elevará o balão. Mesmo que lentamente, ele sairá do chão e continuará a flutuar. A idéia principal é eliminar essas interferências para que a energia usada seja voltada para um vôo limpo e sereno, sem dificuldades.
Algumas origens possíveis das Interferências Negativas (amarras):
Karmas de outras vidas;
Inimigos espirituais adquiridos nesta vida (obsessão);
Inimigos espirituais adquiridos em outras vidas (obsessão);
Influência espiritual dos antepassados e do grupo espiritual de que a pessoa faz parte;
Projeção de terceiros (inveja, raiva, ódio e outros sentimentos negativos projetados por outras pessoas). Podem ser sem fundamento ou na maioria das vezes criados por conflitos e pendências geradas entre você e outras pessoas;
Projeção interior e inferioridades da personalidade (a própria consciência do ser projetada em sua vida criando a forma, como por exemplo, angústias, pessimismo, conduta interior negativa, raiva, ódio, mágoa, ego, etc.). Também é uma forma de obsessão;
“Semelhante atrai semelhante” - a própria vibração do ser em baixa freqüência, atrai inferioridades;
Amarras Positivas - muitas vezes o plano espiritual cria amarras na vida de uma pessoa para protege-la de um erro ou um problema grave, por isso são consideradas pseudo-amarras, e não podem ser removidas; entenda como “obra do divino”.
Existem inúmeras outras formas de interferências; aqui foram relatadas apenas algumas que se mostram mais presentes na vida das pessoas.
Obsessões do Plano Espiritual - Possíveis Causas:
Seres desencarnados (espíritos) que sem compreender o que está acontecendo acabam por explorar a energia vital dos seres a que estão ligados. Normalmente se conectam por ressonância e preferencialmente aos membros encarnados de sua última família aqui no plano material;
Espíritos malignos empenhados em realizar o mau graças à ação de algum rito (magia negra) ou outros interesses.
Inimigos de outras vidas que ainda desencarnados estão interessados em se vingar, bem como pelos próprios antepassados no caso desses serem pessoas maldosas ou densas com sentimentos de ódio, vingança, traição, etc.
Interferência de inimigos espirituais dessa vida atual. Nesse caso quando a pessoa “toma” o karma de alguém, ela passa a assimilar também os inimigos espirituais envolvidos. Esse erro é muito comum e muitas pessoas não percebem que estão errando. Acontece quando se quer ajudar o próximo a todo custo, preservando-o de sofrimento ou dor, sem entender que aquela adversidade é o instrumento que a pessoa precisa para evoluir.
Obsessões do Plano Mental
São causadas pelo pensamento atuante que gera uma forma. Essa forma passa a ser uma energia pensante acoplada ao campo energético. Ocorre principalmente na região do sexto chacra. Pode-se estender por qualquer parte do ser, inclusive em todos os chacras.
São obsessões criadas como resposta a situações ocorridas, por isso podem ser consideradas pela medicina tradicional como Síndromes. A mente cria a forma-pensamento ativa e inteligente. Esta atua sobre o ser recriando suas atitudes e comportamento, normalmente de maneira negativa e sutil. Mais de 90% das pessoas encarnadas na Terra sofrem com a ação de alguma forma-pensamento ativa. E o mais grave: são as próprias pessoas que as criam. Por isso são de difícil transmutação, pois requerem antes de qualquer coisa, interiorização e meditação.
As formas-pensamento ativas são energias inteligentes, com consciência. Possibilitam perceber quando estão ameaçadas e por isso criam mecanismos para “driblar” qualquer ação contra elas. Medo, fobia, caos, depressão, desentendimento, entre outros, são normalmente associados a formas-pensamento ativas. Além de serem extremamente prejudiciais à pessoa, também são um link para as invasões densas de origem espiritual (obsessões), bem como solo fértil para a ação de implantes extra-físicos ou etéricos. Portanto, os implantes são possíveis pois antes de uma ação externa, a própria pessoa cria ressonância para que essas invasões ocorram. Em suma, tudo depende unicamente de cada ser, que é mestre de suas próprias escolhas, atitudes e pensamentos.
Essas influências são normalmente as responsáveis por impedir uma pessoa de se desenvolver, evoluir e encontrar sua missão aqui na Terra. Para remover essas influências nada é mais eficiente do que autodisciplina diária. A prática de mentalizações, invocações, meditações, apelos e orações, auxiliam a co-criação de novas formas-pensamento, nesse caso positivas.
Para detectar essas energias negativas é necessário muita humildade, respeito e amor intenso pela existência divina. Existem várias outras formas de obsessão, mas aqui optamos por comentar apenas as mais presentes no período atual da humanidade.
A Pior delas, A Obsessão Silenciosa
A ação das situações extremas, negativas, adversas na vida é algo que se pode notar e imediatamente perceber os malefícios. A exemplo de um acidente, uma perda, notícia ruim, demissão, doenças, etc. Trata-se de uma interferência negativa que pode ser facilmente detectada, entendida e imediatamente combatida, pois a consciência de que um mal ocorreu é grande e esclarecedora.
Perante isso, como ficam os males sutis do dia-a-dia?
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